Em breve, o dIÁrIo dA cRiSe retornará.
E será diferente, será mais vivo, mais empolgante, relatarei nele episódios intrigantes, sensacionais, sobrenaturais, até. Nesta volta, serei menos pretensioso, menos verdadeiro, mais sacana, e de maneira nenhuma este blog será maior do que o seu autor - motivo que levou-me a paralisá-lo temporariamente.
Se algo nesse mundo tem o poder de ser maior que eu, certamente este blog não o é.
Neste blog, apartir do recomeço, descreverei sensações jamais sentidas por nenhum ser humano, fatos jamais narrados, relatarei intrigas e conspirações da minha consciência com as quais a humanidade jamais pode haver se deparado. Descreverei cheiros nunca sentidos, cores que sequer foram inventadas e cantarei músicas que ainda não foram compostas. Escreverei neste espaço branco as letras pretas da história da minha vida.
Melhor ainda: este diário será um trecho de uma história da história do mundo, da minha história pessoal e da história da vida comum. É desta coisa sobrenatural que comprometo-me a falar por estas linhas internéticas: das coisas da vida normal, da vida comum, ordinária até. A rotina das idéias, dos pensamentos, das atitudes, das idas e vindas de um homem que sabe quem é, mas que não renunciará à própria procura interior, mesmo sabendo quem já é de fato. Basicamente é isso.
Muito prazer e sejam bem-vindos os leitores que restam. Meu nome é Marcelo Frazão
e meu sobrenome é Imperfeição.
Publicado em 14 de setembro de 2002 às 12:44 por frazao
bueno retuerno, mala. só achei meio lisérgica essa coisa de "cheiros nunca sentidos, cores que sequer foram inventadas e (...) músicas que ainda não foram compostas". olha a diabetes, hein?