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29 October 2002

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20 September 2002

Olá

Por falta de tempo passo aqui apenas para cumprimentá-los...

14 September 2002

ExTrA! ExTrA! ExTrA! ExTrA! ExTrA! ExTrA! ExTrA! ExTrA!


Em breve, o dIÁrIo dA cRiSe retornará.

E será diferente, será mais vivo, mais empolgante, relatarei nele episódios intrigantes, sensacionais, sobrenaturais, até. Nesta volta, serei menos pretensioso, menos verdadeiro, mais sacana, e de maneira nenhuma este blog será maior do que o seu autor - motivo que levou-me a paralisá-lo temporariamente.

Se algo nesse mundo tem o poder de ser maior que eu, certamente este blog não o é.

Neste blog, apartir do recomeço, descreverei sensações jamais sentidas por nenhum ser humano, fatos jamais narrados, relatarei intrigas e conspirações da minha consciência com as quais a humanidade jamais pode haver se deparado. Descreverei cheiros nunca sentidos, cores que sequer foram inventadas e cantarei músicas que ainda não foram compostas. Escreverei neste espaço branco as letras pretas da história da minha vida.

Melhor ainda: este diário será um trecho de uma história da história do mundo, da minha história pessoal e da história da vida comum. É desta coisa sobrenatural que comprometo-me a falar por estas linhas internéticas: das coisas da vida normal, da vida comum, ordinária até. A rotina das idéias, dos pensamentos, das atitudes, das idas e vindas de um homem que sabe quem é, mas que não renunciará à própria procura interior, mesmo sabendo quem já é de fato. Basicamente é isso.

Muito prazer e sejam bem-vindos os leitores que restam. Meu nome é Marcelo Frazão
e meu sobrenome é Imperfeição.

02 August 2002

o dIáRiO dA cRiSe está fechado prá balanço

01 August 2002

Este blog está temporariamente desativado, até que pense o bastante antes de falar e escrever qualquer besteira.

31 July 2002

Flash-Back

15.04.02
Um vento trouxe-me a dor do mundo:
Era fim da tarde de domingo quando, em um instante fulgaz, uma coisa surrupiou-me a alma, enquanto eu caminhava sereno pelo Calçadão.

Foi uma lufada de vento que passou e me entristeceu melancolicamente, frente às impossibilidades da vida.
03:30:55 | link
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31 July 2002

A vida hoje acordou-nos ingrata.

31 July 2002

Poema do nosso beijo:

Ela me odiou, e não sem razão...

Pois quero fazer uma ressalva ao que aconteceu e ao mesmo tempo oferecer uma homenagem a Ela, em forma de poema mesmo...E por vários motivos. Um deles é porque ficou a impressão de que de nada adiantou, que de nada valeu. Outro motivo é porque Ela confiou em mim - e isso não me furto de reconhecer.

Vou falar de uma das coisas dEla que ficou em mim,
além do cheiro, do respeito,
do carinho,
do jeito dEla e
do suspiro de (in)satisfação que não cessa na gente.

E essa coisa chama-se beijo:
E esse poema é prá vc

Quando um beijo eu encontro,
e sem ao menos esperar,
no meu beijo este beijo encaixa
Mil outras loucuras um beijo lá do começo pode ocasionar

E se este beijo é docemente molhado, como o seu
Certamente,
em mim,
um beijo que beija igual vai encontrar

E se além de um beijo doce e molhado
Você, depois de me beijado
Me faz sentir um sentimento quente
por dentro das minhas veias
correndo
a se espalhar
Meu coração dispara,
Eu logo quero é outro beijo
Não mais quero me controlar

E quando você me cede outro beijo
Beijo duplamente quente,
molhado
doce
sutil, sublime,
gostoso
se você abrir um olho
e olhar meu rosto
vai descobrir
certamente
por que e como gosto de te beijar

E se ficamos calados tantas vezes
Com os olhos a se entrecruzar
Cheios de dúvidas um do outro
No beijo se deu o nosso encontro
Isso não dá prá negar

Entendo que prá você,
depois de tudo o que aconteceu
Sei que resta um bocado de dor
Ouvir em um poema que teu beijo é bom
Pode te causar estranheza
Mas o que alcançamos no beijo
com toda a beleza
era a minha exata noção
de que o nosso beijo fosse um beijo de amor....

Um dia vou lá dentro de você te conhecer
Irei a sua casa,
Comerei do teu jantar
Beberei do teu vinho
Deitarei na tua cama
E te beijarei gostosamente,
do jeito que lá no começo quisemos
dentro daquele bar
o beijo que sonhei
Era um beijo em você
Desses bem simples
À luz do luar...

marcelo

30 July 2002

...

Como diz o título do livro de Nietzsche que não pretendo ler:

Humano, demasiadamente humano.

Melhor ir dormir, antes que eu erre mais alguma coisa da vida enquanto deveria estar dormindo.

30 July 2002

Saldo Negativo do dia:

O coração dela despedaçado
Peso na consciência
Uma tarjeta escrito em alaranjado bem na testa: Hipócrita
uma tonelada de culpa
lágrimas
trocentos cigarros fumados em apenas x minutos.
Angústia